A
falta de milho afeta principalmente os pecuaristas cearenses que
ficam sem alternativa para alimentar os animais. Nos armazéns da
Conab restam apenas sete mil toneladas do grão. A federação da
agricultura e pecuária do ceará, estima que a demanda em todo o
estado seja de trinta mil toneladas de milho por mês. O número
representa mais de quatro vezes a quantidade estocada. Caso não haja
reposição, o grão pode sumir dos armazéns em 20 dias.
Para
piorar a situação, dez mil toneladas de milho que chegariam em
fevereiro ao Ceará, ainda estão paradas no Mato Grosso por causa da
paralisação nacional dos caminhoneiros contrários ao aumento no
preço do diesel. A Conab informou que já está em contato com o
governo federal para tentar solucionar o problema.

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